Durante muito tempo dormi em mim mesma.
As sensações estavam amortecidas. O futuro, incerto.
Assim, em determinado momento, acordei. O sono era profundo, mas o mundo pareceu mais brilhante. As cores existiam. Os sentidos faziam, de fato, sentido.
E em meio a esta revolução sensorial, chorei. Chorei como a muito tempo não chorava.
Chorei de alegria e de tristeza. Um choro da alma, puro e urgente.
Depois consegui respirar....
Para sempre.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
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