quinta-feira, 23 de abril de 2009

Tuitando, blogueando e gerundiando..

Caraca
Agora eu entendo...

Esse Twitter de merda vicia. Putaquepariu, mais um troço para me prender no PC.
Enfim, ônus e bônus das modernidádi.

Sábado rola festinha do Boteco Bohemia, acho que vou me acabar na pista. Tô precisando de festinha, bebidinha doce, músicas boas. Acho que tô precisando me permitir certas coisas...
Pela primeira vez em 31 anos não senti o bendito inferno astral. Acho que estou evoluindo astrologicamente ( ou ficando menos ciclotímica). Estou de boa mesmo, trabalhando horrores, mas dando conta dos recados. Agora chegou o momento de escolher - e agendar - coisinhas agradáveis com os amigos, lugares bacanas, arte-cultura-disponível-na-provícia-de-São-Pedro e outras atividades ociosas.

Estou redefinindo o Blog. Não sei ainda que novo formato ele terá (se é que vai ter algum formato..). Eu preciso postar regularmente aqui, no Twitter, ver meu orkut, meu e-mail profissional e pessoal, trabalhar, assistir aulas da especialização, almoçar, jantar, tomar banho, fazer sexo e escovar os dentes. E não posso falhar nessas atividades.
Acho que tô ficando meio atarefada...

Enfim, Aos 20 fazia quase o dobro destas coisas e ainda festeava de quinta a domingo (ok, ok, não havia estes brinquedinhos virtuais e não era promíscua, cabe a ressalva). Hoje caminho o dobro de quadras e quase morro de cansada. O tempo é implacável, sempre digo isso...Amanhã eu volto. bjocas e durmam bem

Madrugada...


Agora são exatamente 2h25 da madruga.
Acordo às 7h para dar aula. Na verdade, aulas e reuniões. São muitas, em todos os momentos...mas estou amando essa função toda.
Quase não entrei mais por estas bandas. Vi agorinha que recebi um depoimento de uma menina no post do twitter. Yes, alguém lê minhas postagens. Obrigada, querida..fez uma criança feliz! haha

De resto, preciso retomar as escritas. Sempre digo isso e quase nunca faço. Não sou uma pessoa confiável..
amanhã eu volto. Prometo.

terça-feira, 14 de abril de 2009

insônia..

putaquepariu

Cólica e insônia. Somado a isso muitos compromissos e uma puta saudade do meu lindo.
Saco...
Logo já preciso estar em pé (já estou..) e os olhos nem se fecharam um pouquinho.
ai...
chaga por hoje. Inspiração zero
.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Coelho da Páscoa

Coelho da Páscoa:

Envio este mail porque necessito trocar umas idéias com o senhor (nem sei se o senhor é velho ou novo..me dá a impressão de ser um bichinho de pelúcia, meio pueril, mas por respeito mantenho o Sr)

Há 30 anos venho recebendo ninhos em seu nome. É bem verdade que de tempos para cá percebi que nem sempre era o senhor que os trazia. Não sei se por medo ou por algum tipo de trama política, o senhor torna-se cada vez mais mocoseado nos supermercados mundiais.

Bom, serei direta: já está na hora de mostrar conteúdo, Senhor Coelho. Veja seu concorrente, o Velho Noel: ele aparece anualmente trazendo ideais de amor, união, paz e presentes. Apesar do velhote ser bem pau-no-cú e trazer presentes bons só para quem tem grana (e deixar os miserentos chorando em 25 de dezembro), pelo menos ele tem Marketing. Sim, marketing. Centenas de pessoas se fantasiam de Papai Noel. Crianças largam suas chupetas em troca de algum mimo do Bom Velhinho. E de Coelho, quem se veste? Não existe coelhos sentados no Shopping com criancinhas no colo. Coelhos não visitam creches e orfanatos. Aliás, crianças fazem maquiagem de coelho, na Páscoa...

Algo está errado, muito errado...

Sugiro, como boa cristã e pascólotra assumida, que o senhor tenha uma postura mais política e atuante daqui para frente. Vamos largar um pouco o ideal chocólatra e promover ações para que as crianças ainda acreditem no senhor...
Se continuar assim, daqui hásalguns anos os ninhos serão entregues por algum personagem de vídeo-game..

vai por mim, coelho...te liga!!

Espero que minhas palavras possam servir para alguma reflexão de sua parte.
Abraços de Feliz Páscoa, grata

Licicreidi

P.S: Esse ano deixarei meu ninho na varanda. Por favor, não esconda no banheiro. Ano passado isoo deu merda...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Noite

Chega um momento no qual não existem mais palavras. Existem ações.
Atos.
Fatos.

Ela decidiu que resolveria tudo naquele instante, indiferente para as prováveis consequências. Havia um tempo em que pensava demais nas repercusões de suas atitudes, na dimensão das palavras e dos seusbpensamentos. Hoje, pensava, existia dentro dela uma lei básica e personalizada: eu resolvo e pronto. Foda-se todo o resto. Ele precisa saber.

Tomou um banho demorado (sempre foram demorados e reflexivos). Enquanto ensaboava as bochechas, seu hábito da infância, tentava se acalmar e conjugar todos os verbos em primeira pessoa. Eu me fudi. Eu fui enganada. Eu preciso tomar alguma atitude. Secou-se com a calma beneditina costumaz e decidiu qual roupa usaria. Sim, precisava sentir-se bonita, atraente. Sabia que seu corpo já não era igual ao dos 20 e poucos anos, mas detinha a convicção que poderia fazer dele seu instrumento mais perigoso. Ou mais precioso.

Calçou a bota de cano curto e salto longo. Pensou por um instante que seria mais fácil tomar algumas boletas e esquecer tudo com sonhos e luzinhas coloridas. Bobagem. Era muito mais difícil desistir agora.

Saiu.

Enquanto atravessava a avenida ainda lembrou de alguns momentos (nem tão bons, nem tão ruins). Lembrou que fora uma adolescente tranquila, bons modos, culta. Lembrou das viagens, tanto as lisérgicas quanto as geográficas. Por onde tudo teria se perdido? Fez mal em seguir seus instinto de fêmea e ter se permitido experimentar aquele homem? Tantos pensamentos nausearam sua cabeça e seu estômago. Mas estava perto, não poderia recuar.

Chegou em frente ao prédio fétido e antigo de Pedro. Aquilo tudo era estranho, mas precisava de coragem. Respirou fundo e acendeu o último cigarro - não mais fumaria por um bom tempo.

Entre as primeiras tragadas sentiu dor. Medo. Muita dor. As coxas ficaram úmidas e quentes. Conseguiu sentar-se no meio fio até entender o que estava acontecendo. Em meio a soluços ligou para Ana e pediu socorro, assim, meio perplexa, meio incrédula. Não havia mais motivos para estar ali...

Em meio à dor, ainda alisou a barriga e pediu perdão. Não havia mais volta. Abraçou os joelhos e ficou em transe, sentada no meio fio, esperando.

Esperando.

O destino foi mais rápido e eficaz do que ela.








Twitter, afinal!!

Volto aos pagos deste blog para anunciar que me rendi aos apelos do Twitter...

Sim, agora eu tenho Twitter.
Quem quiser e seguir por lá é só digitar Licicosta
(eu não sei mexer naquilo direito, mas tô fuçando...)

Agora vou jantar pq tô morrendo de fome!! Esse feriadinho tá me dando uma preguiça ( e muita fome!!)

até maisssss

quinta-feira, 2 de abril de 2009

sono

Ai...

quanto mais tento ser diurna, mais percebo que não nasci para isso.
Êta sono!
Sono
Son
So
S...

Vou cochilar mais um pouquinho
.