Chegou o mini-trampolim!
E sinto dores no corpo...gripe.
Acho que não é a do porco. Se não me chafurdou até agora, não chafurda mais ( está demodê).
Assim que eu levar meu primeiro tombo narro aqui em primeira mão.
Bora tomar um Naldecon, ai...
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Para Pedro
Penso em você e sinto fome.Uma fome estranha e voraz que corrói minhas idéias na madrugada.Não, não se trata de abrir a geladeira e encontrar algo sólido que a amenize. Preciso digerir o teu descaso com a melancolia abominante de uma fome sem comida.
Trata-se, portanto, de um tratado tragi-cômico sobre a condição humana. Essa é a minha situação atual. A minha condição humana. Pensar em situações descabidas e lascivas sobre a tua pessoa reafirma tudo isso.
Por horas permaneci imóvel, perplexa, com frio. Não soube contemplar teus olhos sem atingi-los com meu ódio. Podes pensar que sou covarde por te atingir com caracteres e não com a verborragia que me é constumaz. Não importa. Despejo virtualmente a dor e a fome de ser desprezada por um pedaço de carne.
Sim. És um pedaço de carne que matava minha fome e que hoje espero pela putrefação.
Não estou sendo trágica, Pedro (não, antes mencionei a tragi-comédia da humanidade). E as boletas não sao as responsáveis por tudo isso. A responsabilidade é somente tua.
Cada digitação é como um orgasmo interrompido: tenho prazer em meu ódio, mas não consigo gozar. Sim, sou assim mesmo, sabe bem das minhas limitações emocionais que não permitem que suma de vez deste planeta podre e injusto. Melhor seria o teu sumiço, Pedro.
Para sempre.
B.
Trata-se, portanto, de um tratado tragi-cômico sobre a condição humana. Essa é a minha situação atual. A minha condição humana. Pensar em situações descabidas e lascivas sobre a tua pessoa reafirma tudo isso.
Por horas permaneci imóvel, perplexa, com frio. Não soube contemplar teus olhos sem atingi-los com meu ódio. Podes pensar que sou covarde por te atingir com caracteres e não com a verborragia que me é constumaz. Não importa. Despejo virtualmente a dor e a fome de ser desprezada por um pedaço de carne.
Sim. És um pedaço de carne que matava minha fome e que hoje espero pela putrefação.
Não estou sendo trágica, Pedro (não, antes mencionei a tragi-comédia da humanidade). E as boletas não sao as responsáveis por tudo isso. A responsabilidade é somente tua.
Cada digitação é como um orgasmo interrompido: tenho prazer em meu ódio, mas não consigo gozar. Sim, sou assim mesmo, sabe bem das minhas limitações emocionais que não permitem que suma de vez deste planeta podre e injusto. Melhor seria o teu sumiço, Pedro.
Para sempre.
B.
projeto 2010
Mais uma do projeto 2010:
Quero parar de comer carne vermelha. Quero ser mais natureba...
Quero parar de comer carne vermelha. Quero ser mais natureba...
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
emtempo
Em tempo:
Esperando as americanas.com.br entregar meu mini-trampolim. Iniciarei Power Jump em casa. Quero gastar energia. Quero pular muito.
Sorte de vcs: mais cansada, dormirei mais cedo, ficarei mais magra e escreverei menos por aqui. Ponto para todos nós.
E agora fui pq preciso dormir...
Esperando as americanas.com.br entregar meu mini-trampolim. Iniciarei Power Jump em casa. Quero gastar energia. Quero pular muito.
Sorte de vcs: mais cansada, dormirei mais cedo, ficarei mais magra e escreverei menos por aqui. Ponto para todos nós.
E agora fui pq preciso dormir...
semtítuloadequadonomomento
Depois de um banho, sinto que as coisas não giram tanto.
Comi um waffer de chocolate como tentativa de melhorar minha larica enólica. Assisti no Youtube ( a televisão do futuro) mais dois programas do Irritando Fernada Young. Descobri que gosto muito dela. Gosto de sua literatura, da sua velocidade. Ela é autêntica, talentosa, escrota e irritante. Ela é incrível. Depois de eu ter saído de um quadro bastante punk ano passado, comecei a avaliar a vida de forma amarga (para uns), realista (para outros) ou realisticamente amarga (como seria para Fernanda Young) É bom saber que outros compartilham dessa opinião mais ácida. Não somos piores porque acreditamos em um mundo ora cinza, ora rosa. Acredito no lado podre de cada ser humano, e acho que ele pode se tornar mais decente. Agora, convenhamos, acreditar que o lado podre inexiste nas pessoas "de bem" é entender muito pouco a Humanidade, faça-me o favor...hoje eu não faço de conta que não tenho defeitos - os tenho e passo horas do meu dia tramando formas de diminuí-los. Acredito que o mundo do trabalho é competitivo, mas não ofereço a outra face caso me espanquem. Mulheres são difíceis, lascivas, peçonhentas por vezes. Sou uma e sei do que estou falando. Não quero bancar a pinta de super-amiga-querida quando sinto desprezo por tantos atos medíocres que circulam no meu cotidiano. Toda mulher sabe fazer cena (drama, comédia, clown- este geralmente sem saber), sabe enganar, sabe ser ruim, vingativa. Mas também sabe proteger, ser doce, ter filhos e amá-los incondicionalmente, ter um amor para toda vida. Uma faceta não exclui a outra. Trata-se, portanto, de se mostrar como de fato somos. Por quê os rótulos, ou ainda, para que existem?
Fernanda, obrigada por mostrar-se além dos rótulos...
A condição humana é superior a isso tudo. Nós somos superiores a isso tudo. Pena muitas de nós não termos entendido a mensagem.
Ainda dá tempo.
Fui.
Comi um waffer de chocolate como tentativa de melhorar minha larica enólica. Assisti no Youtube ( a televisão do futuro) mais dois programas do Irritando Fernada Young. Descobri que gosto muito dela. Gosto de sua literatura, da sua velocidade. Ela é autêntica, talentosa, escrota e irritante. Ela é incrível. Depois de eu ter saído de um quadro bastante punk ano passado, comecei a avaliar a vida de forma amarga (para uns), realista (para outros) ou realisticamente amarga (como seria para Fernanda Young) É bom saber que outros compartilham dessa opinião mais ácida. Não somos piores porque acreditamos em um mundo ora cinza, ora rosa. Acredito no lado podre de cada ser humano, e acho que ele pode se tornar mais decente. Agora, convenhamos, acreditar que o lado podre inexiste nas pessoas "de bem" é entender muito pouco a Humanidade, faça-me o favor...hoje eu não faço de conta que não tenho defeitos - os tenho e passo horas do meu dia tramando formas de diminuí-los. Acredito que o mundo do trabalho é competitivo, mas não ofereço a outra face caso me espanquem. Mulheres são difíceis, lascivas, peçonhentas por vezes. Sou uma e sei do que estou falando. Não quero bancar a pinta de super-amiga-querida quando sinto desprezo por tantos atos medíocres que circulam no meu cotidiano. Toda mulher sabe fazer cena (drama, comédia, clown- este geralmente sem saber), sabe enganar, sabe ser ruim, vingativa. Mas também sabe proteger, ser doce, ter filhos e amá-los incondicionalmente, ter um amor para toda vida. Uma faceta não exclui a outra. Trata-se, portanto, de se mostrar como de fato somos. Por quê os rótulos, ou ainda, para que existem?
Fernanda, obrigada por mostrar-se além dos rótulos...
A condição humana é superior a isso tudo. Nós somos superiores a isso tudo. Pena muitas de nós não termos entendido a mensagem.
Ainda dá tempo.
Fui.
continuação...
pior...
Pessoas semi-bêbadas incomodam pessoas sóbrias. Como estou sozinha, vou incomodar meus bilhões de leitores neste blog agora branco-pálido-risonho e límpido.
Cansei daquele preto down estilo Vamp.
Li a pouco um post no blog de uma amiga virtual lá de Sampa. Fui solidária ao desabafo dela. Sim, blog's devem servir como escapes literários, válvulas de escape para essa vida insana que vivemos. Acho blog tão terapêutico quanto terapia. Escrever dá uma sensação de ejaculação mental (q merda de analogia...), mas acho que é bem isso. Eu preciso colocar para fora o que gira dentro de mim (não, não vou vomitar..). As idéias giram (lembram do post anterior?) e povoam espapaços meio lisérgicos do meu cérebro. Sempre soube que não precisava de drogas para pirar - minha cabeça já é ilícita por natureza. Eu viajo sem nenhuma substância além de mim mesma. Agora, com o álcool interagindo com todos os meus elementos biológicos, sei que posso potencializar toda essa estrutura cinzenta. Mas não sei se quero. Acabo ficando emotiva, vontade de comer doce e chorar horas olhando para o espelho....existe a óbvia constatação de que estou na TPM ( estou 312 quilos mais plena) e essa fase mensal é foda. Mas a vontade de comer doces continua, chocolate especificamente, e tenho a sensação de que preciso me jogar na cama e sonhar com os anjinhos.
Digitar aqui alivia essa coisas toda girando, não sei explicar como...
Bom, papo de bêbado é chato mesmo, e não estou num botequim. Chega, vou embora para Pasárgada.
Pessoas semi-bêbadas incomodam pessoas sóbrias. Como estou sozinha, vou incomodar meus bilhões de leitores neste blog agora branco-pálido-risonho e límpido.
Cansei daquele preto down estilo Vamp.
Li a pouco um post no blog de uma amiga virtual lá de Sampa. Fui solidária ao desabafo dela. Sim, blog's devem servir como escapes literários, válvulas de escape para essa vida insana que vivemos. Acho blog tão terapêutico quanto terapia. Escrever dá uma sensação de ejaculação mental (q merda de analogia...), mas acho que é bem isso. Eu preciso colocar para fora o que gira dentro de mim (não, não vou vomitar..). As idéias giram (lembram do post anterior?) e povoam espapaços meio lisérgicos do meu cérebro. Sempre soube que não precisava de drogas para pirar - minha cabeça já é ilícita por natureza. Eu viajo sem nenhuma substância além de mim mesma. Agora, com o álcool interagindo com todos os meus elementos biológicos, sei que posso potencializar toda essa estrutura cinzenta. Mas não sei se quero. Acabo ficando emotiva, vontade de comer doce e chorar horas olhando para o espelho....existe a óbvia constatação de que estou na TPM ( estou 312 quilos mais plena) e essa fase mensal é foda. Mas a vontade de comer doces continua, chocolate especificamente, e tenho a sensação de que preciso me jogar na cama e sonhar com os anjinhos.
Digitar aqui alivia essa coisas toda girando, não sei explicar como...
Bom, papo de bêbado é chato mesmo, e não estou num botequim. Chega, vou embora para Pasárgada.
girando...
Putz
Bebi um pouco e fiquei de bode.
Impressionante um ser humano ser tão fraco para bebida alcoólica. e foi um vinho portugUês inocente.
Agora a minha cabeça gira e as idéias também. Deu um barato esquisito, estou pensando muito, meio com sono meio agitada. Vontade de escrever um livro, de sair para dançar, de cair podre na minha cama.
Eu juro que era só vinho.
Bebi um pouco e fiquei de bode.
Impressionante um ser humano ser tão fraco para bebida alcoólica. e foi um vinho portugUês inocente.
Agora a minha cabeça gira e as idéias também. Deu um barato esquisito, estou pensando muito, meio com sono meio agitada. Vontade de escrever um livro, de sair para dançar, de cair podre na minha cama.
Eu juro que era só vinho.
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